A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou, nesta Quarta-feira de Cinzas (5/3), a Campanha da Fraternidade 2025 (CF 2025), abordando o tema “Fraternidade e Ecologia Integral”. Com o lema bíblico “Deus viu que tudo era muito bom”, a iniciativa busca mobilizar fiéis e a sociedade para uma reflexão sobre a crise socioambiental e a necessidade de um compromisso coletivo com a sustentabilidade e a justiça social.
O evento aconteceu na sede da CNBB, em Brasília, e foi transmitido pela emissora católica Canção Nova, e também nas redes sociais da entidade. A cerimônia foi conduzida pelo secretário-geral da CNBB, Dom Ricardo Hoepers, e pelo coordenador de Campanhas, padre Jean Poul Hansen.
A abertura das atividades começou com uma missa às 9h, presidida por Dom Hoepers. Em seguida, a solenidade de lançamento apresentou a Mensagem do Papa Francisco para a CF 2025 e um vídeo destacando os projetos apoiados pelo Fundo Nacional de Solidariedade no último ano.
A escolha do tema deste ano reflete a crescente preocupação da Igreja Católica com a degradação ambiental e suas consequências para os mais pobres. A campanha foi inspirada em marcos importantes, como os 10 anos da encíclica Laudato Si’, em que o papa defende o conceito de ecologia integral, os 800 anos do Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis, e a recente exortação apostólica Laudate Deum, que reforça a urgência de ações concretas contra as mudanças climáticas.
Além disso, a CNBB considerou a COP30, conferência climática da ONU que será realizada em 2025 em Belém (PA), e os 10 anos da Rede Eclesial PanAmazônica (REPAM), voltada à proteção da floresta e dos povos tradicionais da Amazônia.
“O objetivo da Campanha da Fraternidade deste ano é promover uma conversão integral, ouvindo o grito da Terra e dos pobres”, destacou dom Ricardo Hoepers.
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Desde 1964, a Campanha da Fraternidade é realizada anualmente no período da Quaresma, incentivando os fiéis a vivenciarem a fé por meio da oração, do jejum e da caridade. Um dos momentos mais importantes da campanha é a Coleta Nacional da Solidariedade, marcada para 12 e 13 de abril, durante o Domingo de Ramos. Os recursos arrecadados serão destinados a projetos sociais em todo o Brasil, beneficiando comunidades em situação de vulnerabilidade.
Sustentabilidade ambiental é caminho para gerar empregos, aponta pesquisaAgenda sustentável deve conciliar meio ambiente, inclusão social e atuação de diversos setores, o que pode gerar oportunidades, emprego e rendaINÍCIOEU ESTUDANTETRABALHO & FORMAÇÃOJGJúlia Giusti*postado em 30/04/2024 10:24 / atualizado em 30/04/2024 15:24Pesquisa foi apresentada a jornalistas em São Paulo – (crédito: Júlia Giusti)Pesquisa foi apresentada a jornalistas em São Paulo – (crédito: Júlia Giusti)A sustentabilidade ambiental pode ser um caminho para gerar oportunidade, renda e empregos. É o que aponta o estudo Inclusão Produtiva e Transição para a Sustentabilidade: Oportunidades para o Brasil, lançado nesta terça-feira (30/4). O documento destaca a necessidade de conciliação entre as agendas ambiental e social para garantir a sustentabilidade.
Na segunda-feira (29/4), os principais destaques da pesquisa foram apresentados a jornalistas convidados, em São Paulo. Entre os pontos principais do estudo, estão sustentabilidade ambiental, criação de oportunidades e condições dignas de trabalho e participação conjunta de setores no debate sobre meio ambiente e inclusão produtiva.
As entidades envolvidas na pesquisa defendem a sustentabilidade como prática que envolve a geração de empregos, renda e oportunidades. Fabiana Prianti, head da B3 Social, ressalta que a educação é um caminho no combate a essas desigualdades. “A produção de conhecimento é essencial para qualificar o debate. As oportunidades vêm com uma economia verde e com o realinhamento da formação de profissionais, pensando em famílias com crianças que tanto lutam para que seu futuro não seja pautado pelo lugar onde moram”, expõe.
A diretora-executiva do Golden Tree, Yael Sandberg, acredita que “a inclusão produtiva é indissociável de promover a dignidade humana”. Ela completa: “Quando a gente fala em desenvolvimento econômico, emprego, trabalho e educação, visamos o bem-estar do ser humano com respeito à diversidade e aos direitos”.
O estudo foi realizado pela Fundação Arymax, B3 Social, Instituto Golden Tree e Instituto Itaúsa, que buscam soluções sustentáveis e inclusivas, do ponto de vista ambiental e social. A pesquisa foi desenvolvida entre julho e dezembro de 2023, envolvendo oficinas e entrevistas com especialistas, pelos institutos Veredas e Cíclica, responsáveis pela promoção sustentável para formular políticas públicas.
Empresas precisam aderir à sustentabilidade realContribuinte do estudo, o diretor-adjunto do Instituto Veredas, Vahíd Vahdat, afirma que o debate sobre sustentabilidade ainda é restrito à influência de grandes empresas, que concentram etapas produtivas e se colocam como “verdes”, mas sem atender a padrões de trabalho decentes.
Ele explica que a crise climática, a exploração desenfreada de recursos naturais, a produção energética e a concentração das etapas produtivas por grandes empresas gera uma cadeia de efeitos que afetam a transição sustentável e causam desequilíbrio ao planeta. O Brasil é o quarto país que mais emite gases poluentes desde a Revolução Industrial, de acordo com os dados do site especializado em ciência e mudanças climáticas Carbon Brief. As atividades econômicas são as principais causas disso, com destaque para uso da terra, agropecuária, energia e indústria, como aponta o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA).
“A gente tem um desequilíbrio no sistema de funcionamento do planeta. Ao longo do tempo, temos avançado em fazer com que os processos que sustentam a vida estejam passando do seu limite. Por isso, ele não consegue mais dar conta do que está acontecendo, aumentando a temperatura e os desastres naturais. Assim, a atividade econômica, com desmatamento, produção de energia e organização dos processos de distribuição, gera toda essa cadeia de efeitos”, diz Vahíd.
“O sistema alimentar é altamente concentrado no setor privado, que pode exercer influência muito grande nos caminhos desse sistema, como na produção de tratores, por exemplo, na qual apenas três empresas multinacionais controlam toda a produção de defensivos. As ocupações que são criadas em setores que são considerados verdes podem também não atender a padrões de trabalho decentes, com ocupações precárias. Muitas vezes, são empresas informais, de baixa qualificação e sem proteção social”, destaca.
Inclusão produtivaInclusão produtiva é um termo que vai além de práticas sustentáveis relacionadas ao meio ambiente, incluindo, também, a inserção de pessoas em situação de vulnerabilidade social no mundo do trabalho. Para a superintendente da Fundação Arymax, Vivianne Naigeborin, “não existe transição para a sustentabilidade sem pensar na inclusão produtiva, com visão sobre as pessoas e as desigualdades sociais”.
De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 64 milhões de pessoas viviam em insegurança alimentar em 2023, o que envolve incertezas quanto ao acesso de alimentos e a fome. Dados de 2021 do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), mostram que 44% da população não é atendida por rede de esgoto, enquanto 15% não têm acesso à água tratada. Em 2021, o deficit habitacional atingiu quase seis milhões de brasileiros, o que inclui domicílios precários e alto custo de aluguéis.
IntegraçãoPara Marcelo Furtado, diretor do Instituto Itaúsa, a garantia da sustentabilidade e o enfrentamento às desigualdades envolve visão sistêmica integrada, tratando os elementos de forma conjunta. “É preciso ter uma grande capacidade de adaptação e resiliência para entender nossos principais pontos de vulnerabilidade. E aí, é muito importante que a gente tenha políticas públicas inteligentes e ação do setor privado, guiadas pelo interesse público”, afirma.
A superintendente da Fundação Arymax, Vivianne Naigeborin, lembra que “não existem caminhos que são neutros, pois qualquer um deles terá impactos ambientais e sociais”. Para ela, “o desafio é combinar impactos positivos e, quando a solução não for neutra, definir como mitigar os impactos negativos”.
*Estagiária sob supervisão de Talita de Souza
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Sustentabilidade ambiental é caminho para gerar empregos, aponta pesquisaAgenda sustentável deve conciliar meio ambiente, inclusão social e atuação de diversos setores, o que pode gerar oportunidades, emprego e rendaINÍCIOEU ESTUDANTETRABALHO & FORMAÇÃOJGJúlia Giusti*postado em 30/04/2024 10:24 / atualizado em 30/04/2024 15:24Pesquisa foi apresentada a jornalistas em São Paulo – (crédito: Júlia Giusti)Pesquisa foi apresentada a jornalistas em São Paulo – (crédito: Júlia Giusti)A sustentabilidade ambiental pode ser um caminho para gerar oportunidade, renda e empregos. É o que aponta o estudo Inclusão Produtiva e Transição para a Sustentabilidade: Oportunidades para o Brasil, lançado nesta terça-feira (30/4). O documento destaca a necessidade de conciliação entre as agendas ambiental e social para garantir a sustentabilidade.
Na segunda-feira (29/4), os principais destaques da pesquisa foram apresentados a jornalistas convidados, em São Paulo. Entre os pontos principais do estudo, estão sustentabilidade ambiental, criação de oportunidades e condições dignas de trabalho e participação conjunta de setores no debate sobre meio ambiente e inclusão produtiva.
As entidades envolvidas na pesquisa defendem a sustentabilidade como prática que envolve a geração de empregos, renda e oportunidades. Fabiana Prianti, head da B3 Social, ressalta que a educação é um caminho no combate a essas desigualdades. “A produção de conhecimento é essencial para qualificar o debate. As oportunidades vêm com uma economia verde e com o realinhamento da formação de profissionais, pensando em famílias com crianças que tanto lutam para que seu futuro não seja pautado pelo lugar onde moram”, expõe.
A diretora-executiva do Golden Tree, Yael Sandberg, acredita que “a inclusão produtiva é indissociável de promover a dignidade humana”. Ela completa: “Quando a gente fala em desenvolvimento econômico, emprego, trabalho e educação, visamos o bem-estar do ser humano com respeito à diversidade e aos direitos”.
O estudo foi realizado pela Fundação Arymax, B3 Social, Instituto Golden Tree e Instituto Itaúsa, que buscam soluções sustentáveis e inclusivas, do ponto de vista ambiental e social. A pesquisa foi desenvolvida entre julho e dezembro de 2023, envolvendo oficinas e entrevistas com especialistas, pelos institutos Veredas e Cíclica, responsáveis pela promoção sustentável para formular políticas públicas.
Empresas precisam aderir à sustentabilidade realContribuinte do estudo, o diretor-adjunto do Instituto Veredas, Vahíd Vahdat, afirma que o debate sobre sustentabilidade ainda é restrito à influência de grandes empresas, que concentram etapas produtivas e se colocam como “verdes”, mas sem atender a padrões de trabalho decentes.
Ele explica que a crise climática, a exploração desenfreada de recursos naturais, a produção energética e a concentração das etapas produtivas por grandes empresas gera uma cadeia de efeitos que afetam a transição sustentável e causam desequilíbrio ao planeta. O Brasil é o quarto país que mais emite gases poluentes desde a Revolução Industrial, de acordo com os dados do site especializado em ciência e mudanças climáticas Carbon Brief. As atividades econômicas são as principais causas disso, com destaque para uso da terra, agropecuária, energia e indústria, como aponta o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA).
“A gente tem um desequilíbrio no sistema de funcionamento do planeta. Ao longo do tempo, temos avançado em fazer com que os processos que sustentam a vida estejam passando do seu limite. Por isso, ele não consegue mais dar conta do que está acontecendo, aumentando a temperatura e os desastres naturais. Assim, a atividade econômica, com desmatamento, produção de energia e organização dos processos de distribuição, gera toda essa cadeia de efeitos”, diz Vahíd.
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A superintendente da Fundação Arymax, Vivianne Naigeborin, lembra que “não existem caminhos que são neutros, pois qualquer um deles terá impactos ambientais e sociais”. Para ela, “o desafio é combinar impactos positivos e, quando a solução não for neutra, definir como mitigar os impactos negativos”.
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